Os especialistas propõem que as REGIÕES têm margem para aumentar o IVA em situações críticas

Fontes próximas à comissão de especialistas explicaram que, com esta fórmula, as comunidades autónomas asumirían o custo político que supõe pedir aos seus cidadãos um sacrifício adicional na forma de aumento do IVA “e que não seja sempre o ministro Montoro o que aumente os tributos”.
A comissão de especialistas em financiamento regional recomendar que as comunidades autónomas têm margem para aumentar o IVA em situações críticas, de forma uniforme em todo o território e a fim de que possam dispor de uma injeção adicional de recursos.
Fontes próximas à comissão de especialistas, nomeada pelo Governo para reformar o financiamento da espanha, explicou que, com esta fórmula, as comunidades autónomas asumirían o custo político que supõe pedir aos seus cidadãos um sacrifício adicional na forma de aumento do IVA “e que não seja sempre o ministro Montoro o que aumente os tributos”.
No entanto, as mesmas fontes insistiram em que a comissão de peritos não está pleiteando um aumento de impostos, mas que o que está a recomendar é que as comunidades tenham a possibilidade de modificar alguns tributos, em especial o IVA colegiado, e reforçar, assim, sua autonomia.
E essa autonomia financeira é a que permitirá às comunidades usar esse dinheiro extra no que considerem, em função de suas necessidades e sem nenhum tipo de restrição.
Em todo o caso, têm lembrado que todos os capítulos ou secções do relatório continuam abertos até que se concluam as reuniões e redigir o documento definitivo.
De fato, dentro da comissão há algumas vozes contrárias e, para um especialista consultado pela Efe, esta solução é “fictícia e inaplicável” ao exigir consenso entre as comunidades.
A comissão, que se reuniu esta semana, duas vezes, e o fará de novo no dia 7 de junho, para avançar no desenvolvimento do novo modelo, que deve ser fechado no final de agosto, também foi tratado, embora praticamente na ponta dos pés, o acordo do Governo com a Nova Canárias, que permitiu a aprovação dos orçamentos e representou uma injeção para o arquipélago.
A diferença do pacto entre o Governo e o POVO sobre a vaga vasco, o que gerou desconforto na comissão e a renúncia de um dos peritos, por entender que se privilegiava o País Basco, a questão das Canárias não tem enturbiando o clima da comissão, nem gerado nenhum tipo de polêmica, discussão ou disputa.
De forma geral, os especialistas têm entendido que o acordo com a Nova Canárias afeta a questões muito pontuais e não trai, em nenhum caso, o mandato do Conselho de Política Fiscal e Financeira.
No entanto, alguns membros da comissão têm observado algum ato ilícito em relação a uma outra comunidade insular, como Baleares, e são enquadra Canárias tenha conseguido pela via orçamental muito mais do que conseguem seus políticos, com muitas horas de negociação.
O que está claro, para estas fontes, é que consegue mais “o deputado 176” que possam alcançar a comissão de especialistas, por muitas horas que lançarão seus membros para reformar o modelo.
Em suma, para a maioria dos membros deste órgão da faturou mais que a compra de votos em troca de acordos políticos que o resultado dos trabalhos que se realizam no seio da comissão.

About author