O preço de imóveis sobe 3,6% em maio e retorna aos níveis de dezembro de 2013

O preço médio da habitação terminada, nova e usada, subiu 3,6% em maio em relação ao mesmo mês de 2016, impulsionado pelas capitais e grandes cidades e a costa do mediterrâneo, de acordo com um relatório de Tinsa.
Em particular, a casa é encareció no quinto mês do ano, um 6,1% em capitais e grandes cidades em relação a maio de 2016, enquanto que na costa mediterrânica, registou-se um crescimento dos preços de 4,7%.
Junto à costa e as grandes cidades, também se encareció moradia nas Baleares e Canárias e nas localidades mais pequenas, agrupadas nos restantes municípios, com subidas homólogas de 2,9% e 2,2%, respectivamente.
O único descida o experimentaram as áreas metropolitanas, onde o preço da habitação se contraiu 0,3% em maio, taxa homóloga.
No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, a costa mediterrânica, regista-se um aumento no preço da habitação do 6,1% em relação ao fechamento de 2016, nas capitais e nas grandes cidades, o aumento é de 5%, nas Baleares e Canárias atinge 4,2%, nos restantes municípios da reavaliação é de 1,7%, e nas áreas metropolitanas, o aumento é de 0,4%. Em média, o preço da habitação experimenta até maio, um crescimento de 3,4%.
Desde os preços máximos registados em 2007, o preço médio da habitação em Portugal acumula um recuo do 39,2%. A costa mediterrânea segue a cabeça de quedas (-45,6%), seguida pelas áreas metropolitanas (-44,5%) e nas capitais e grandes cidades (-41,3%).
As áreas onde menos se ajustaram os preços da habitação, desde 2007, são as ilhas Baleares e Canárias (-27,7%) e o grupo restante de municípios (-35,9%).

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