CaixaBank e EMPRÉSTIMO, as entidades que menos próprias ações têm

O setor financeiro espanhol prolonga a sua doce momento em Bolsa. De novo nas grandes bolsas internacionais pela força da economia espanhola (cresce a um ritmo anual de 3% no primeiro trimestre do ano) e a expectativas de uma normalização da política monetária na Europa, as contribuições são batido a expectativas dos analistas em 2017 de franca recuperação para o setor em parquet. Os bancos aproveitam o momento para eliminar autocarteira.
Embora a banca está oferecendo sinais eloqüentes de volatilidade em maio, a grande correção que muitos especialistas prevêem não chega. Neste cenário, as instituições financeiras estão reduzindo a mínima expressão de seus níveis de autocarteira que tanto tiveram que engordar durante os anos mais duros da crise, entre 2009 e 2015.
Então, os bancos espanhóis saíram para defender, em numerosas ocasiões, a suas contribuições. Por exemplo, a autocarteira do Banco Santander alanzó o 3,92% do capital em 2009, enquanto que a do Bankia chegou ao 4,31% em 2012, em plena crise da entidade após a saída de Rodrigo Rato e o resgate da União Europeia ao setor financeiro, por um montante máximo de 100.000 milhões de euros, o que permitiu que a entidade faça a frente.
Cinco anos depois, o cenário mudou radicalmente. O último movimento foi protagonizado Fundo, que tem reduzido a autocarteira do 0,226% até o 0,159%. Trata-Se do nível mais baixo desde setembro de 2013. As vendas de acções próprias do banco liderado por Maria Dolores Dancausa são apenas o último capítulo de um processo que deixou a autocarteira do setor sob mínimos.
Agora, os números são raquíticas. A autocarteira de CaixaBank situa-se em um testemunho 0,07% (a entidade fez perder em setembro de 2016, no 9,9% que tinha em ações próprias para reforçar a relação de capital após a opa lançada sobre o português BPI), enquanto que no caso do BBVA foi cair até 0,10%, o nível mais baixo desde abril de 2015.
Apenas pouco acima, em 0,12% (em frente ao 0,42% acima do capital, situa-se a do banco Santander. Por sua parte, Bankia mantém um 0,50%, enquanto que em seu último movimento (Sabadell, o melhor banco do ano em Bolsa, com uma subida de 40%) foi menor do que o de 1,42% para 0,80%, a percentagem mais baixa a partir do mês de abril do ano passado. A redução da autocarteira é um alívio para o conjunto do setor, já que a acumulação de acções próprias penaliza os bancos por consumo de capital. Em um momento de bonança na Bolsa, como o atual, a banca também está aproveitando a conjuntura favorável para deixar o contador de autocarteira quase a zero. Portanto, se rearma-se com a possibilidade de um futuro ataque baixista no Saco que lhe obriga a defender sua cotação.
A única exceção para a tendência geral é o Banco Popular. A entidade, em pleno processo de definição do seu futuro (a venda para o trio que formam Bankia, Santander e BBVA ou macroampliación de capital) e sob mínimos em Bolsa, mantém uma autocarteira do 2,20% (mais que o resto dos bancos do Ibex juntos) desde agosto do ano passado. É o nível mais alto desde a primavera de 2013.

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